Guerra de armas combinadas, construída sobre a coordenação entre infantaria e cavalaria, o controlo das posições de batalha e o ritmo.

Estilo de jogo: A Macedónia vence moldando o campo, abrindo caminhos com manobras e escolhendo o momento certo para um golpe coordenado decisivo.

Vantagens:
  • Forte sinergia entre infantaria e cavalaria
  • Manipulação fiável das posições de batalha
  • Acesso a manobras e pressão tática por vários ângulos

Foco de equilíbrio: Reajustada em torno de recompensas reais de armas combinadas entre Infantaria e Cavalaria.

Unidades (9)

Cavalaria Tessália — Macedónia Unidade

Cavalaria Tessália

A cavalaria tessália era amplamente respeitada no mundo grego e serviu como um importante braço montado nas campanhas macedónias.

Dardeiros Agrianos — Macedónia Unidade

Dardeiros Agrianos

Os agrianos eram uma afamada infantaria ligeira dos Bálcãs, que se destacava com os dardos, nas escaramuças e no combate em terreno acidentado.

Equipa de Artilharia de Torção — Macedónia Unidade

Equipa de Artilharia de Torção

A guerra de cerco macedónia usava artilharia de torção e equipas de engenheiros para apoiar as campanhas contra cidades fortificadas.

Falange de Pezetairos — Macedónia Unidade

Falange de Pezetairos

Os pezetairos, ou «Companheiros a Pé», eram os piqueiros macedónios armados com a longa sarissa e formavam a espinha dorsal da falange.

Guarda dos Hipaspistas — Macedónia Unidade

Guarda dos Hipaspistas

Os hipaspistas eram a infantaria de elite macedónia, empregada como guarda flexível entre a falange e a cavalaria.

Guarda Real dos Somatofílaces — Macedónia Unidade

Guarda Real dos Somatofílaces

A corte e o exército de Alexandre incluíam guardas reais e companheiros próximos que protegiam o rei e desempenhavam funções de elite.

Cavalaria dos Companheiros — Macedónia Unidade

Cavalaria dos Companheiros

A Cavalaria dos Companheiros era a cavalaria de choque de elite de Alexandre, muitas vezes usada para desferir a carga decisiva da batalha.

Alexandre, Rei da Macedónia — Macedónia Unidade

Alexandre, Rei da Macedónia

Alexandre III da Macedónia criou um dos maiores impérios da Antiguidade por meio de campanhas rápidas, táticas de armas combinadas e uma liderança agressiva.

Alexandre, Senhor das Armas Combinadas — Macedónia Unidade

Alexandre, Senhor das Armas Combinadas

A maior força militar de Alexandre era a integração da falange, da cavalaria, das tropas ligeiras e dos engenheiros num único sistema de combate coordenado.

Doutrinas (7)

Cerco — Macedónia Doutrina

Cerco

Os comandantes macedónios exploravam a mobilidade e a coordenação das armas para ameaçar flancos e retaguardas e para realizar cercos locais.

Pontes dos Engenheiros — Macedónia Doutrina

Pontes dos Engenheiros

A construção de pontes e a engenharia de campanha eram fundamentais para manter os exércitos em movimento através de rios e terrenos difíceis.

Marcha Forçada — Macedónia Doutrina

Marcha Forçada

Alexandre recorria com frequência a marchas rápidas para surpreender os adversários, tomar travessias e impor o ritmo das operações.

Martelo e Bigorna — Macedónia Doutrina

Martelo e Bigorna

O método de batalha macedónio clássico fixava o inimigo com a falange e golpeava-o de forma decisiva com a cavalaria num dos flancos.

Conselho de Guerra Helénico — Macedónia Doutrina

Conselho de Guerra Helénico

Alexandre fazia campanha com um núcleo macedónio, mas também se apoiava numa cooperação política e militar helénica mais ampla.

Formação em Cunha Real — Macedónia Doutrina

Formação em Cunha Real

As formações de cavalaria em cunha aumentavam o impacto, o controlo e a penetração, sobretudo nos ataques montados de elite.

Treino da Sarissa — Macedónia Doutrina

Treino da Sarissa

A sarissa exigia um treino sistemático para que a falange pudesse manobrar, alinhar os piques e manter a sua frente compacta.

Táticas (4)

Carga Coordenada — Macedónia Tática

Carga Coordenada

A eficácia da guerra macedónia vinha da sincronia entre a pressão da infantaria e o assalto da cavalaria.

Sinal do Rei — Macedónia Tática

Sinal do Rei

Os exércitos antigos dependiam de sinais visuais e sonoros para coordenar o movimento, o momento do ataque e as mudanças de formação.

Linha de Piques de Reserva — Macedónia Tática

Linha de Piques de Reserva

Linhas sucessivas de piques e a profundidade davam à falange macedónia capacidade de resistência e de reposição nos combates mais duros.

Giro Súbito — Macedónia Tática

Giro Súbito

As tropas montadas podiam girar bruscamente para mudar de frente, escapar a ameaças ou aproveitar brechas no campo de batalha.