Grânico — 334 a.C.

334 a.C. · Rio Grânico, Ásia Menor

A primeira grande vitória de Alexandre na Ásia, conquistada por uma carga de cavalaria imediata e agressiva que atravessou o rio contra a linha dos sátrapas persas.

Contexto histórico

Alexandre passou para a Ásia em 334 a.C. com um exército formidável, mas não grande, e com dívidas que tornavam impossível uma campanha longa. Precisava de uma vitória rápida.

Os sátrapas persas da Ásia Menor se reuniram para enfrentá-lo no Grânico. Mêmnon de Rodes, seu comandante de mercenários gregos, aconselhou queimar o território e recusar a batalha; os sátrapas, donos daquelas terras, recusaram.

A batalha

Eles se posicionaram na margem oposta, com a cavalaria ao longo da água e a infantaria mercenária grega atrás. Alexandre atacou através do rio quase de imediato, contra uma travessia defendida — exatamente o que todo manual diz para não fazer.

Ele entrou à frente da Cavalaria dos Companheiros, mirando os nobres persas em vez da linha, e o combate virou um corpo a corpo de cavaleiros no qual ele quase foi morto. A cavalaria dos sátrapas se desfez; a infantaria mercenária, deixada sozinha em campo, foi cercada e massacrada.

Por que importou

O Grânico abriu a Ásia Menor. Suas cidades passaram para o lado de Alexandre uma após a outra, e ele ganhou a costa, os tesouros e o impulso que o levou a Isso no ano seguinte.

Em Ancient Duel

O cenário recompensa o comprometimento: a força da Macedônia está em golpear cedo e mirar os líderes inimigos; a da Pérsia, no que ela consegue segurar e organizar se tiver tempo.

Os comandantes, os lados e o caráter do ataque são históricos. O conjunto de cartas e a economia de turnos são do próprio jogo, e não uma reconstrução da travessia.

Jogue pelas duas perspectivas

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